Sintep-MT divulga nova obra da professora e escritora Mônica Strege


Livro “É [sobre]vivências” marca o encerramento de uma trilogia e reflete sobre o cotidiano, o adoecimento e o cuidado

Publicado: 25/03/2026 11:26 | Última modificação: 25/03/2026 11:26

Escrito por: Lina Obaid

Reprodução

Lançado no dia 13 de março, o livro É [sobre] vivências, da professora Mônica Strege, pode ser comprado pelo site oficial da autora pelo valor de R$ 54,90, com taxa de frete de R$ 17. Mônica, educadora da rede estadual, atualmente afastada, revelou-se como escritora durante o período em que enfrenta o tratamento de câncer e já conta com três obras publicadas.

Os pedidos desta edição buscam, além de apoiar a autora na valorização da escrita criativa sobre o cotidiano dos educadores diante do adoecimento, proporcionar ainda mais estudos sobre o tema desenvolvido pela autora, que está em tratamento de câncer há cerca de quatro anos.

O livro É [sobre]vivências é o último da trilogia escrita por Mônica, antecedido por “É (sobre) vida” e “É [sobre] viver”.

Inspiração da obra
Conforme descreve a autora em manifestações publicadas sobre a obra, a inspiração emerge como um grito de resistência contra o apagamento e o silenciamento, tão estruturais, que convoca em nós o arregalar dos olhos para nossas vidas, rotinas, sonhos e medos, provocando-nos reflexivamente à compreensão real do cuidado com o outro e conosco.

“A rotina que parecia segura era, na verdade, moldura para o esquecimento de mim mesma”.

Mônica Strege, autora e professora da rede pública de ensino de MT.

Com convocações contundentes, Mônica Strege tece uma narrativa imersiva e envolvente, que nos emociona a cada novo capítulo ao intercalar o íntimo e o social, conduzindo-nos por um labirinto de espelhos no qual o “continuum saúde-doença”, as relações mais íntimas, os sistemas sociais e os processos institucionais insistem em oscilar defensivamente entre a segurança e o desamparo.

Ao tocar a complexa fragilidade humana diante do escancarar do real da morte, a obra nos convoca ao pulsar de nossas vidas, que, em grande parte, passa despercebido nas molduras das rotinas e das (pseudo)urgências que invisibilizam a essência amorosa do cotidiano, para que a vida e o cuidado não sejam esvaziados em burocracias profanas.