Sindicato convoca assembleia para tratar de entraves à pauta de reivindicação em Alto Paraguai


Categoria definirá as próximas ações para garantia das pautas de reivindicação, após impasse no diálogo com a Prefeitura

Publicado: 26/01/2026 16:35 | Última modificação: 26/01/2026 16:35

Escrito por: Lina Obaid

Sintep-MT/Alto Paraguai
Imagem de assembleia anterior, realizada em Alto Paraguai.

A subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), em Alto Paraguai, realiza nesta segunda-feira (26/01), às 17 horas, uma Assembleia Geral da categoria para deliberar sobre as pautas de reivindicação para o ano de 2026. A plenária tratará sobre os encaminhamentos após rodada de diálogo com o prefeito Adair José Alves Moreira.  

A subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), em Alto Paraguai, realiza nesta segunda-feira (26/01), às 17 horas, uma Assembleia Geral da categoria para deliberar sobre as pautas de reivindicação para o ano de 2026. A plenária tratará sobre os encaminhamentos após rodada de diálogo com a prefeitura municipal, realizada na última sexta-feira (23/01).

Entre as principais reivindicações, a presidenta do Sintep/Alto Paraguai, Marcia Araújo Gomes, destacou a implementação da Lei nº 15.326, que altera legislação de 2008 para garantir a inclusão dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério; a garantia do pagamento do adicional de insalubridade aos profissionais de apoio; e o pagamento da correção salarial de 5,4% ainda no mês de janeiro — percentual que integra uma defasagem acumulada que ultrapassa 50%.

Também foram incluídas nas reivindicações a revisão da Lei do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos profissionais da educação do município; o pagamento do 1/3 de férias devido aos professores, referente aos últimos cinco anos; além da garantia da gestão democrática nas escolas e creches da rede municipal, entre outros pontos.

Diante da ausência de acordo por parte do município em relação a qualquer um dos pontos apresentados, a categoria irá discutir e deliberar sobre os encaminhamentos para 2026, em especial sobre pontos nevrálgicos como o piso salarial nacional do magistério; a garantia do pagamento do piso para a jornada de 30 horas, conforme previsto em lei; campanha de filiação sindical; e informes gerais.

“O debate com os profissionais da educação busca definir as pautas centrais e os próximos passos da luta neste ano letivo, que tem previsão de início na próxima semana, em 02 de fevereiro. A nossa mobilização se estende há anos e seguirá firme na defesa da valorização dos profissionais da educação em Alto Paraguai”, concluiu Marcia Araújo Gomes.